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Operação Prato (O Fenômeno de Colares)
Fertec Soft
70 pontos
Avistamento:
01/10/1977
Colares,
PA,
Brasil
6 visualizações
Descrição do Avistamento
A Operação Prato é considerada a maior investigação militar sobre OVNIs já realizada no mundo. Ocorrida entre setembro de 1977 e 1978 no Pará, a missão foi mobilizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) após o pânico generalizado na região da Ilha de Colares devido a ataques de luzes misteriosas conhecidas como "chupa-chupa".
Cronologia e Detalhes dos Acontecimentos
O Fenômeno (Abril - Agosto de 1977): Relatos de luzes que paralisavam pessoas e "sugavam energia" começaram no litoral entre Pará e Maranhão, deslocando-se para Belém. As vítimas apresentavam queimaduras, anemia e marcas de furos na pele.
Início da Operação (Setembro de 1977): Sob pressão do prefeito de Colares e da população, o I COMAR (Comando Aéreo Regional) enviou uma força-tarefa liderada pelo Capitão Uyrangê Hollanda.
Investigação de Campo: Os militares estabeleceram base em Colares e realizaram vigílias noturnas e entrevistas diurnas. Foram produzidas mais de 500 fotos, 16 horas de filmagem e um relatório de aproximadamente 2.000 páginas.
Avistamento Crítico: Hollanda relatou ter visto um objeto enorme, de cerca de 100 metros, em formato de "bola de futebol americano", sobre o rio Guajará-Mirim.
Encerramento e Sigilo (Dezembro de 1977): A operação foi cancelada abruptamente por ordens superiores, e o material foi classificado como sigiloso por décadas.
Prós e Contras da História
A interpretação dos fatos divide ufólogos, militares e céticos:
Categoria Argumentos "Prós" (Evidências Inexplicáveis) Argumentos "Contras" (Ceticismo e Explicações)
Documentação Existência de milhares de páginas e fotos oficiais agora no Arquivo Nacional. Críticos sugerem que as fotos podem mostrar satélites, balões meteorológicos ou luzes naturais mal interpretadas.
Testemunhos Relatos consistentes de militares (incluindo o Capitão Hollanda) e exames médicos de vítimas civis. Algumas teorias apontam para histeria coletiva alimentada por jornais sensacionalistas da época.
O Capitão A morte de Uyrangê Hollanda em 1997, logo após dar uma entrevista reveladora, é vista por muitos como "queima de arquivo". O laudo oficial indicou suicídio, e céticos argumentam que o estresse e a fixação no caso afetaram sua saúde mental.
Tecnologia As luzes apresentavam manobras impossíveis para a tecnologia de 1977, como velocidades extremas e mergulhos na água. Sugestões de que poderiam ser testes secretos de drones ou tecnologias de potências estrangeiras durante a Guerra Fria.
Cronologia e Detalhes dos Acontecimentos
O Fenômeno (Abril - Agosto de 1977): Relatos de luzes que paralisavam pessoas e "sugavam energia" começaram no litoral entre Pará e Maranhão, deslocando-se para Belém. As vítimas apresentavam queimaduras, anemia e marcas de furos na pele.
Início da Operação (Setembro de 1977): Sob pressão do prefeito de Colares e da população, o I COMAR (Comando Aéreo Regional) enviou uma força-tarefa liderada pelo Capitão Uyrangê Hollanda.
Investigação de Campo: Os militares estabeleceram base em Colares e realizaram vigílias noturnas e entrevistas diurnas. Foram produzidas mais de 500 fotos, 16 horas de filmagem e um relatório de aproximadamente 2.000 páginas.
Avistamento Crítico: Hollanda relatou ter visto um objeto enorme, de cerca de 100 metros, em formato de "bola de futebol americano", sobre o rio Guajará-Mirim.
Encerramento e Sigilo (Dezembro de 1977): A operação foi cancelada abruptamente por ordens superiores, e o material foi classificado como sigiloso por décadas.
Prós e Contras da História
A interpretação dos fatos divide ufólogos, militares e céticos:
Categoria Argumentos "Prós" (Evidências Inexplicáveis) Argumentos "Contras" (Ceticismo e Explicações)
Documentação Existência de milhares de páginas e fotos oficiais agora no Arquivo Nacional. Críticos sugerem que as fotos podem mostrar satélites, balões meteorológicos ou luzes naturais mal interpretadas.
Testemunhos Relatos consistentes de militares (incluindo o Capitão Hollanda) e exames médicos de vítimas civis. Algumas teorias apontam para histeria coletiva alimentada por jornais sensacionalistas da época.
O Capitão A morte de Uyrangê Hollanda em 1997, logo após dar uma entrevista reveladora, é vista por muitos como "queima de arquivo". O laudo oficial indicou suicídio, e céticos argumentam que o estresse e a fixação no caso afetaram sua saúde mental.
Tecnologia As luzes apresentavam manobras impossíveis para a tecnologia de 1977, como velocidades extremas e mergulhos na água. Sugestões de que poderiam ser testes secretos de drones ou tecnologias de potências estrangeiras durante a Guerra Fria.
Testemunhas
500
Evidências
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